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25 de fev. de 2012

Projetos com a Tecnologia Social PAIS - Etapas

O processo para a implantação de um projeto PAIS requer uma metodologia, de modo a despertar em todos os envolvidos, não só o interesse, mas, sobretudo, o compromisso com uma agricultura alternativa, integrada e sustentável.
Algumas pessoas tem interrogado como fazer para implantar o projeto PAIS em sua comunidade.
Para efeitos de organização, podemos enumerar alguns passos, mediante as experiências vivenciadas, cuja literatura já encontramos espalhadas aqui na internet.
- O primeiro passo é a elaboração de um projeto para a captação de recursos. Este projeto pode ser subsidiado por um diagnóstico sobre a realidade local, regional, sobretudo, quando se almeja um projeto maior, tendo em vista não só a segurança alimentar, mas a questão da comercialização, obedecendo critérios e legalidade para isso.
- Concomitantemente, a comunidade deve ser sensibilizada, buscando-se as parcerias e o desenvolvimento de uma "cultura de cooperação" entre os envolvidos.
- Aprovado o projeto, vem a compra dos equipamentos e materiais necessários para a montagem das unidades.
- Capacitação e formação dos envolvidos e dos agentes multiplicadores da tecnologia social PAIS.
- Uma preocupação é a formação/fortalecimento das organizações dos Agricultores Familiares, através de associações, cooperativas...
- Instalação, de preferencia, em mutirão, das unidades, exercitando a cooperação e o associativismo...
- Ao mesmo tempo, deve-se capacitar os agricultores familiares nas técnicas em agroecologia, uso sustentável do meio ambiente, gestão de empreendimentos, comercialização, beneficiamento da produção, etc...
- Buscar parcerias, identificar os mercados, canais de distribuição e comercialização.
- Incentivar e gerar oportunidades para expansão do mercado, através das feiras agroecológicas, participação em feiras livres, entrega dos produtos em supermercados, hotéis, restaurantes, etc.
Estes são alguns passos. O mais importante, porém, é com tudo isto se gerar uma mentalidade de participação, partilha, cooperação e associativismo, gestão partilhada, etc... 
E o mais importante ainda e prover a segurança alimentar  das famílias e de suas comunidades, gerando renda e melhores condições de vida.

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